Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega! Ela tbm odiava a todos exceto seu namorado! Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria com seu namorado. Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela! Então o seu namorado perguntou a ela: Agora que vc pode ver, vc se casa comigo? A garota estava chocada qd ela viu que seu namorado era cego! Ela disse: Eu sinto muito, mas não posso me casar com vc pq vc é cego! O namorado afastando-se dela em lágrimas disse: Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos,eles eram muito importantes pra mim... Nunca despreze quem ama vc..!!! As vezes as pessoas fazem certos sacrifícios e nós nem ligamos... Mande para o maior número de pessoas q puder , para q elas se liguem e reflitam q nesse mundo só falta AMOR!!!!
''Quero agradecer a todos os
moderadores e membros, que me ajudam no crescimento desta comunidade!
A
comunidade esta crescendo muito!Os debates são ótimos e podemos aprender uns com
os outros!Que maravilha ter amigos fiéis e estão sempre Online me ajudando!Meu
objetivo é levar a Palavra de Deus,através de debates Bíblicos!Esta comunidade é
de edificação e muito importante para aperfeiçoamento e desenvolvimento
espiritual,conheçam visões de várias religiões e debata opiniões e
idéias!''
"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e espírito e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." Hebreus 4:12
A Palavra de Deus é viva, pois ela nos trás revelação. Por detrás de simples palavras, está a manifestação do Poder de Deus.
A Palavra de Deus é eficaz, porque ela basta para mim! Não necessito de nenhuma outra fonte de inspiração.
Ela é como espada de dois gumes: Vede que a Palavra de Deus é a Espada do Espírito Santo (Ef. 6:17b) e com ela combaterei o bom combate de Cristo e desfarei todo engano e sofisma.
Ela penetra até a divisão da alma e espírito e de juntas e medulas, pois a palavra nos trás discernimento, ela sonda o mais profundo de nosso ser. Mostra-nos o que é espiritual, isto é: aquilo que procede do espírito que está em comunhão com o Pai e o que é carnal: o procede de nossa alma ou coração.
E é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração, pois "enganoso é o coração do homem, mais do que todas as coisas, e perverso, quem o poderá conhecer? Eu o Senhor esquadrinho a mente, eu provo o coração..." Jeremias 17: 9 e 10a.
Quando a Palavra de Deus penetra o nosso coração, ela nos mostra quem de fato somos, pois a luz que dela procede (Sl. 119:105) põe à prova todas as coisas e nos mostra a verdade.
Por Cenir Zemuner
em 06/05/2009
Papa critica 'uso impróprio' da religião para fins políticos
O Papa Bento XVI criticou neste sábado o uso impróprio da religião para fins políticos durante uma visita à segunda maior mesquita da Jordânia.
O pontífice realiza uma visita de uma semana ao Oriente Médio, a primeira desde que assumiu o pontificado, há quatro anos.
Durante um discurso a líderes islâmicos na mesquita Rei Hussein, o papa sugeriu que a violência vem da "manipulação da religião" e não de um "choque entre as crenças religiosas".
Ele pediu aos muçulmanos e cristãos da Jordânia que trabalhem juntos para melhorar a situação da sociedade do país. "É verdade que as tensões e contradições entre seguidores de diferentes tradições religiosas não podem ser negadas", afirmou o papa.
"No entanto, não é freqüente o caso em que a manipulação ideológica da religião com fins políticos é o catalisador real de tensões e divisões e, às vezes, da violência na sociedade?", questionou.
'Peregrino da paz' Ao chegar a Amã na sexta-feira, Bento XVI se descreveu como um "peregrino da paz" e enfatizou seu "profundo respeito" pelo islamismo.
O pontífice, de 82 anos, ainda elogiou o respeito que há na Jordânia pela religião.
Antes de chegar à mesquita Rei Hussein, o papa passou pelo Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, o profeta Moisés viu a Terra Prometida antes de morrer.
A visita ao Oriente Médio tem como objetivo melhorar as relações do Vaticano com líderes islâmicos e judeus e encorajar a minoria cristã na região.
Após a passagem pela Jordânia o segue para Israel, onde estão previstas visitas a Jerusalém e à cidade palestina de Belém, na Cisjordânia, local onde segundo a tradição cristã nasceu Jesus. O Papa fará um apelo pela paz entre israelenses e palestinos e pela criação de uma "terra palestina".
A visita do Papa ao Oriente Médio também é vista por muitos como uma tentativa de interceder em favor dos árabes cristãos. O número de cristãos árabes vem diminuindo nos últimos anos em países muçulmanos, o que preocupa o Vaticano - o Oriente Médio é considerado o berço do Cristianismo e abriga algumas das mais antigas comunidades cristãs do mundo.
A prisão de jornalistas no Iêmen pelo simples fato de serem mulheres e a censura oficial em Fiji são pontos de preocupação destacados na mensagem da Associação Mundial para a Comunicação Cristã (WACC, a sigla em inglês) por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, lembrado neste domingo, 3 de maio.
“A liberdade de imprensa é uma questão de vida ou de morte”, diz a mensagem, apontando para dados da organização Repórteres Sem Fronteira que registrou, nos primeiros quatro meses de 2009, o assassinato de 18 jornalistas e a prisão de 143.
A WACC enfatiza que a liberdade de imprensa é subjacente à democracia e realça a liberdade de expressão. O texto destaca que “a responsabilidade e a transparência dos meios, junto com a liberdade de imprensa, subjaz o coração da democracia”.
A liberdade de imprensa não é um luxo ou um privilégio dos países mais ricos, mas é um pilar fundamental na construção da paz, da democracia e do desenvolvimento dos povos, disse o diretor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Edouard Makolo, em palestra apresentada, na terça-feira, na Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), em Quito, Equador.
Makolo homenageou a jornalista Lasantha Wickrematunge, editora do Sunday Leader, do Sri Lanka, assassinada no dia 8 de janeiro por defender a liberdade de imprensa e a democracia no país. Ela foi agraciada post mortem com o Prêmio Mundial de Liberdade de Imprensa da UNESCO – 2009.
Mesmo com esse quadro preocupante de cerceamento da liberdade de expressão, o representante do organismo internacional apontou avanços na área. Até 1990, comparou, apenas 13 países do mundo tinham adotado leis de direito à informação, dos quais apenas um era da América Latina. Hoje existem mais de 80 leis adotadas no mundo sobre o tema, 11 em países da região.
O Papa Bento XVI criticou neste sábado o uso impróprio da religião para fins políticos durante uma visita à segunda maior mesquita da Jordânia.
O pontífice realiza uma visita de uma semana ao Oriente Médio, a primeira desde que assumiu o pontificado, há quatro anos.
Durante um discurso a líderes islâmicos na mesquita Rei Hussein, o papa sugeriu que a violência vem da "manipulação da religião" e não de um "choque entre as crenças religiosas".
Ele pediu aos muçulmanos e cristãos da Jordânia que trabalhem juntos para melhorar a situação da sociedade do país. "É verdade que as tensões e contradições entre seguidores de diferentes tradições religiosas não podem ser negadas", afirmou o papa.
"No entanto, não é freqüente o caso em que a manipulação ideológica da religião com fins políticos é o catalisador real de tensões e divisões e, às vezes, da violência na sociedade?", questionou.
'Peregrino da paz' Ao chegar a Amã na sexta-feira, Bento XVI se descreveu como um "peregrino da paz" e enfatizou seu "profundo respeito" pelo islamismo.
O pontífice, de 82 anos, ainda elogiou o respeito que há na Jordânia pela religião.
Antes de chegar à mesquita Rei Hussein, o papa passou pelo Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, o profeta Moisés viu a Terra Prometida antes de morrer.
A visita ao Oriente Médio tem como objetivo melhorar as relações do Vaticano com líderes islâmicos e judeus e encorajar a minoria cristã na região.
Após a passagem pela Jordânia o segue para Israel, onde estão previstas visitas a Jerusalém e à cidade palestina de Belém, na Cisjordânia, local onde segundo a tradição cristã nasceu Jesus. O Papa fará um apelo pela paz entre israelenses e palestinos e pela criação de uma "terra palestina".
A visita do Papa ao Oriente Médio também é vista por muitos como uma tentativa de interceder em favor dos árabes cristãos. O número de cristãos árabes vem diminuindo nos últimos anos em países muçulmanos, o que preocupa o Vaticano - o Oriente Médio é considerado o berço do Cristianismo e abriga algumas das mais antigas comunidades cristãs do mundo.
Para o papa Bento XVI, o Estado e a religião não podem nem devem caminhar juntos. Ele reconhece, porém, que sem os valores éticos da fé, especialmente da cristã, a sociedade e o Estado não "conseguiriam se sustentar".As posições do Pontífice constam do livro "L'elogio Della Coscienza" ("O Elogio da Consciência", em tradução livre), que será lançado amanhã na Itália.Trata-se de uma coletânea de transcrições de palestras, aulas dadas em universidades e discursos feitos por Joseph Ratzinger entre 1991 e 2000, período em que ele ainda não exercia o pontificado, que teve início em 2005.Na obra, que teve a publicação autorizada pela Santa Sé, o Papa chama a atenção para o risco de que o Estado passe "a manipular a verdade", sob a ameaça de transformar a gestão pública em uma "eficiente associação para cometer crimes".Nos textos aos quais a ANSA teve acesso, Bento XVI delineia sete princípios que devem nortear as relações entre Estado e religião.Segundo ele, o Estado não deve ser visto como uma fonte única "de verdade ou moral" e não pode promover "uma liberdade totalmente privada de conteúdos".Neste sentido, o Papa propõe que a Igreja Católica funcione como uma instituição que está "à parte", com atuação independente.Além dos vínculos entre Estado e religião, aos quais é dedicado um capítulo inteiro, o livro traz também reflexões sobre aborto, sexo e eutanásia, entre outros temas.
Livro sagrado em hebraico coube em chip de 0,5 milímetro.
Objeto será dado de presente ao Papa Bento XVI.
Da France Presse
O chip com 0,5 milímetro carrega todos os textos da bíblia em hebraico e será dado de presente ao Papa Bento XVI. Projeto foi desenvolvido pela Technion, Instituto de Tecnologia de Israel (Foto: AFP/Technion)
Microbíblia, do tamanho de um grão de areia, tem as mais de 300 mil palavras da Bíblia (Foto: Dan Balilty/AP)
Fonte: G1
O Papa Bento XVI irá receber um chip de 0,5 milímetro com todos os escritos da Bíblia. A entrega da ‘nanobíblia'' deverá acontecer no dia 11 de maio, quando ele fará uma visita oficial a Israel.
Com o objetivo de "rezar pela paz no Oriente Médio e pela humanidade", o papa Bento XVI inicia na próxima sexta-feira uma visita de uma semana à Jordânia, Israel e territórios palestinos.
Será a primeira viagem de um papa a um país árabe e à Terra Santa desde 2000, quando João Paulo II esteve lá. A peregrinação será também a primeira de Bento XVI aos locais sagrados do cristianismo desde que se tornou papa há cinco anos.
Em Israel e territórios palestinos, Bento XVI visitará Belém, local do nascimento de Jesus; Nazaré, onde Cristo passou a maior parte de sua vida; e Jerusalém, local de sua crucificação e ressurreição.
O aspecto político da visita do papa à região também estará evidente, especialmente por causa da ofensiva de 22 dias lançada por Israel na Faixa de Gaza entre dezembro e janeiro
Quem vê cara,não vê Coração!
Muitas pessoas julgam pela aparência e nunca pelo coração!Vemos até o profeta Samuel escolher pela aparência!Mas Deus olha o coração!Muitos tem cara feia,mas o coração é lindo!E muitos tem a cara bonita e o coração é feio!Até quando a sociedade vai refletir com os olhos do coração!Julgar as aparência é um erro fatal!Por isso esses videos vão te supreender!Reflitam!
Jornal vaticano diz que primeiros 100 dias de Obama "não abalaram o mundo"
O jornal vaticano "L'Osservatore Romano" considera que os 100 primeiros dias de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos "não abalaram o mundo" e reconhece que, em matéria ética, tema que preocupava a Igreja Católica, demonstrou ser menos "radical do que se esperava".
Em artigo intitulado "Os 100 dias que não abalaram o mundo", a publicação da Santa Sé assinala que a nova Administração americana deu passos de "abertura" em política internacional relacionados a Cuba e ao Irã, mas no fundo não se distanciou muito do Governo do ex-presidente George W. Bush.
Segundo o artigo, Obama propôs negociações diretas com Teerã para resolver a questão nuclear e, quanto a Cuba, ofereceu "novas relações".
"Embora sua abertura em relação a Cuba tenha representado o rompimento de um tabu, Obama não se separou muito de seus antecessores no pedido de sinais tangíveis de parte de Havana", diz o texto vaticano.
O "L'Osservatore Romano" acrescenta que em outros cenários internacionais, como Iraque e Afeganistão, Obama está aplicando a mesma política da Administração Bush.
Em matéria econômica, o jornal destaca que Obama está fazendo uma política parecida com a de Ronald Reagan, "o presidente que fez da ausência do Estado frente ao privado uma bandeira", e acrescenta que muito mais "estatal" foi Bush no fim de seu mandato, com a nacionalização parcial de empresas do ramo imobiliário.
A Igreja Católica, liderada pela americana, mostrou sua preocupação pelas medidas da Administração Obama a respeito de pesquisas com células-tronco, embora a publicação aponte que, em assuntos éticos, "(Obama) não parece confirmar as radicalizações" previstas.
O "L'Osservatore Romano" ressalta que isso não representa o fim das críticas "diante das inaceitáveis formas de bioengenharia que contrastam com a identidade humana do embrião, mas a nova regulamentação é menos permissiva".
Segundo o jornal, são "inegáveis" os sinais de "novidade" no campo da proteção do meio ambiente e nas relações com a China.
"Entretanto, talvez seja pouco para falar de revolução ou para fazer juízos positivos ou negativos. Não foram 100 dias para mudar o mundo; melhor esperar os 1.361 (quando termina o mandato)", afirma o artigo.
O LUGAR DA ORAÇÃO NA OBRA MISSIONÁRIA
Como qualquer obra que possamos fazer no reino de Deus a oração tem um lugar especial. Sem oração é quase impossível fazer com sucesso algo de natureza espiritual.
Com a oração nós servimos a Deus e à sua obra. Através da oração, Deus serve-se de nós para a sua obra, porque Ele só opera em resposta à oração do homem.
A oração é uma das formas mais fáceis colocada por Deus ao nosso alcance para contribuir para a obra missionária. Você pode não ir, nem contribuir financeiramente, mas você pode orar a favor da obra missionária.
1. A oração é o umbigo da visão missionária (ver Actos 13: 1-4).
A oração foi o ponto de partida da missão de Jesus na terra como homem. Jesus abriu o seu ministério com oração e jejum. A Bíblia diz: “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome.” Mateus 4:2.
A oração move a mão de Deus para o levantamento de obreiros para a obra missionária. “Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque andavam desgarradas e errantes, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.” Mateus 9:36-38.
Na obra missionária, a oração tem lugar em três vertentes para as quais somos convidados a orar
A oração na chamada.
“Enquanto eles ministravam perante o Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo: Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.” Actos 13:2.
• A oração sempre teve lugar na chamada missionária. É no momento de intimidade com Deus que Ele transmite a sua vontade e o seu plano para uma chamada missionária.
• Quanto mais intimidade temos com Deus, mais fácil poderemos ouvi-Lo chamar-nos para a obra missionária.
• Sem a nossa oração, muitas pessoas que andam na igreja teriam dificuldade em descobrir a sua chamada missionária.
2) A oração no envio.
“Então, depois que jejuaram, oraram e lhes impuseram as mãos, os despediram.” Actos 13:3.
• Na sua palavra Jesus Cristo deu a responsabilidade à Igreja de orar para que fossem enviados obreiros para a sua seara. A demissão desta responsabilidade faz com que a seara seja cheia de obreiros que não são enviados por Deus.
• Um crente que levanta os seus olhos e vê a multidão que caminha para uma eternidade perdida, não pode ficar quieto se não pedir a Deus em oração que Ele envie obreiros para os campos maduros.
• É preciso pedir a Deus que nos encha da sua compaixão para que assim desperte em nós a oração pela obra missionária. Se não seremos semelhantes a muitos líderes mundiais que vêem, mas não têm nem amor, nem compaixão e não podem fazer nada a favor da humanidade.
3) A oração na conquista.
Deus trabalha com o homem para a transformação dos outros. “Nós não somos mais do que cooperadores com Deus...” 1 Coríntios 3:9 (O Livro).
• Deus quer salvar os perdidos e conquistar nações para Cristo através da nossa oração e do nosso evangelismo.
• Nós pedimos a Deus (em oração) a execução do seu plano na vida dos perdidos, usando-nos a nós (pelo evangelismo). Actos 4:29-30.
• A oração abre as portas da grande comissão.
• Muitos missionários responderam à chamada, foram enviados, mas agora precisam conquistar as almas para Cristo. Para tal necessitam diligentemente das nossas intensas orações.
1. A oração na visão missionária é como o cinto que segurava as vestes do sumo-sacerdote.
“Estejam cingidos os vossos lombos e acesas as vossas candeias.” Lucas 12:35.
• Sem o cinto a segurar o seu longo vestido, o sumo-sacerdote teria muito incómodo para cumprir as suas tarefas.
• Sem a oração, toda a estratégia missionária é condenada ao fracasso. Esta é a razão pela qual todos os crentes devem fazer da oração pelas missões uma prioridade.
2. A oração pela obra missionária muda as circunstâncias e o “status-quo” da sociedade. (ver Actos 16:16-22, 19:23-41).
• Existem barreiras espirituais, tradicionais e culturais que impedem a entrada no campo missionário.
• Não podemos remover barreiras espirituais só com as estratégias e estruturas, é preciso oração.
• Algumas barreiras estão tão enraizadas, e têm por traz uma entidade espiritual que as fortalece. É preciso oração de guerra para derrubá-las.
3. A oração abre os olhos da paixão missionária, e a paixão faz as coisas acontecerem.
“ De noite apareceu a Paulo esta visão: estava ali em pé um homem da Macedónia, que lhe rogava: Passa à Macedónia e ajuda-nos. E quando ele teve esta visão, procurávamos logo partir para a Macedónia, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciarmos o evangelho.” Actos 16:9-10.
• A paixão pode nascer através de várias vias: pregação, visitação, informação, preocupação, compaixão, etc.
• Portanto é necessário abrir os olhos da paixão e ver o invisível através da oração missionária.
4. Há surpresas inesperadas que surgem no campo missionário que só podem ser superadas com o poder da oração.
Paulo sabia o significado disso e não hesitou em pedir: “ Rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas vossas orações por mim a Deus.” Romanos 15:30.
• É importante haver companheiros de oração para aqueles que estão nos campos missionários. Vamos alistar-nos!
• A oração para os missionários e os companheiros de oração, é como uma sociedade (lutando junto) no ministério.
Portanto concluo que a oração tem um lugar preponderante na obra missionária. Aceitemos este desafio, pois a responsabilidade de orar para a obra missionária nos é incumbida pelo senhor Jesus. Ele disse: “...Rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara”. Lucas 10:2.
Pastor Manza Garcia
Seus planos,seus desejos ficou para Deus!Meu irmão amado!""IM MEMORIAN""
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- A história da perseguição aos cristãos
O martírio e a perseguição de cristãos dizem respeito não só à igreja primitiva, mas acompanharam todos os ramos do cristianismo durante a História. A história da Igreja é também a história de sua perseguição. A maior parte da perseguição e morte de cristãos pode ser atribuída a um destes três grupos: Estados islâmicos, Estados seculares totalitários e países combatendo o trabalho missionário cristão.
1. A perseguição em países islâmicos
Desde a fundação do islamismo e a expansão dos primeiros impérios muçulmanos pelo Império de Otomano e seus "satélites", os cristãos foram conquistados, mortos, escravizados ou desprezados como cidadãos de segunda classe. Hoje, essa espécie de perseguição é mais óbvia no Irã, na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes, no Paquistão, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e no norte da Nigéria; e em menor extensão em países mais secularizado como o Egito, a Indonésia, a Tunísia, e a Turquia.
Constantinopla foi conquistada e destruída pelos otomanos em 1453, que então ocuparam grandes áreas do Império Bizantino com suas igrejas ortodoxas, à medida que conquistavam as regiões de muitas igrejas orientais mais velhas, como os coptas no Egito ou os cristãos siríacos. Os cristãos eram considerados cidadãos de segunda classe; contudo, a política da opressão modificou-se de sultão para sultão — da perseguição severa e cruel à pressão sutil por meio de imposto extra, a falta do acesso à educação e distúrbios. A perseguição atingiu o ápice apenas no fim do Império de Otomano e no começo da república turca moderna, quando os armênios foram mortos diretamente ou por inanição e doença enquanto nas marchas forçadas em 1895, 1908, e de 1909 a 1916 (chegando ao ponto máximo em 1915).
Entre 1909 e 1916, cerca de 155 milhões de armênios morreram. Semelhantemente, os cristãos assírios enfrentaram a perseguição em 1895, em 1933 e novamente nas décadas de 1970 e 1980. No fim das contas, 750 mil assírios morreram. Hoje, apenas 4 mil assírios e 40 mil armênios vivem na Turquia.
Quando a Turquia teve de devolver Esmirna à Grécia em 1921, severos programas de perseguição contra os gregos na Ásia Menor resultaram em dois milhões de mortos. Em 1922, outros 120 mil gregos foram mortos em Esmirna em um único dia. Isto pôs fim a 4 mil anos da história dos gregos na Ásia Menor. A porcentagem total de cristãos na Turquia também diminuiu de 30% antes da Primeira Guerra Mundial a 0,3 % hoje. 2. Perseguição por governos ateus e seculares
Desde a Revolução Francesa, governos nacionalistas e totalitários (como o México), passando por socialistas nacionais (como na Alemanha) e déspotas africanos (como Idi Amin em Uganda), a governos totalitários de esquerda (principalmente em países comunistas como ex-União Soviética, China, Vietnã ou Leste Europeu) os cristãos foram perseguidos.
Desde 1989, o número de países comunistas diminuiu muito; contudo, essa espécie de perseguição ainda é óbvia hoje na China e na Coréia do Norte e em menor grau em Cuba e na Líbia.
Durante o Terror, na Revolução Francesa, a guerra contra a religião no século XVIII alcançou o ápice em 1792 com o assassinato de 200 clérigos e com a fuga 30 mil pessoas do país.
Em 1793, a chamada “descristianização” começou: igrejas foram fechadas ou destruídas, leis foram modificadas, sacerdotes e freiras foram forçados a se casar e as posses da Igreja foram saqueadas. Milhares de sacerdotes foram deportados para a Guiana ou para ilhas-prisões da França em 1797.
O acordo entre França e Vaticano reduziu a perseguição e a “separação entre Igreja e Estado” de Napoleão terminou em 1805 — embora o cristianismo nunca mais desempenhasse um papel principal na política, educação ou vida pública da França.
A maior perseguição contra os cristãos na História aconteceu durante os 70 anos da União Soviética (1917-1989). Em 1917, Lênin começou a sua guerra contra as igrejas ortodoxas e católicas, causando em 1922 a morte de 8.100 clérigos e, em 1928, uma decisão de que os comunistas apagariam qualquer religião.
Apenas em Moscou, 150 igrejas foram destruídas, 300 igrejas foram redirecionadas para fins seculares e 200 bispos ortodoxos foram mortos. Daí até 1943, aproximadamente 15 milhões de cristãos morreram – muitos não diretamente por causa da perseguição contra a Igreja, mas contra os “kulaks", os supostos “inimigos políticos”.
Além da igreja ortodoxa russa e da católica, também foram vítimas da perseguição a igreja alemã, a lituana luterana e batista e a menonita.
Durante a guerra contra a Alemanha, a restrição contra o cristianismo foi suavizada. Ainda assim, uma forma severa de perseguição continuou nos Estados-satélites Letônia e Ucrânia, principalmente contra a Igreja católica.
De 1945 a 1956, a perseguição intensificou-se novamente em toda a Europa comunista. Era raro que os cristãos fossem diretamente assassinados. Em vez disso, eram enviados aos gulags e a clínicas psiquiátricas.
Nikita Khrushchev fechou 13 mil igrejas e 53 mosteiros ortodoxos russos. Na Hungria e na Iugoslávia foi feito um acordo entre Estado e Igreja; em todos os outros países, a perseguição intensificou-se até a década de 1980.
A perseguição aos cristãos, muitas vezes, mistura-se a problemas econômicos, políticos, sociais e raciais.
Para selecionar mais um exemplo, a perseguição contra a Igreja católica no México sob Benito Juarez (1861-1872) e Plutarco Calles (1926-1938), bem como na Espanha (1931, 1936-1939), ocorreu em um contexto revolucionário social, pois a Igreja Católica era a maior proprietária de terras e foi vista como inimiga do pobre.
Mas esse é só um lado da moeda. O outro é o fundamento ateísta da luta contra a Igreja.
No México, todos os bispos tiveram de deixar o país. Os padres não tinham acesso à educação, e a educação dos jovens foi monopolizada pelo governo ateu. O número de mártires no México durante esse período é de aproximadamente 5.300.
Ao mesmo tempo, na Espanha, 2 mil igrejas e mosteiros foram destruídos e 6 mil clérigos assassinados.
3. Reação ao trabalho missionário cristão e ao cristianismo como religião ocidental*
A maior parte dos exemplos da perseguição pode ser encontrada na Ásia, com ocorrências adicionais (mas em extensão menor) na África.
Na história asiática, vemos os cristãos sendo perseguidos em períodos:
• Japão: 1587-1635; o cristianismo foi proibido de 1635-1854; • China: 1617, 1665, 1723- 1724, 1736, 1811, 1857, 1900-1901; • Coréia: 1784, 1791, 1801, 1815, 1827, 1839, 1846, 1866, 1881, 1887; • Madagascar: desde 1835.
Os exemplos de hoje na Ásia são: China, Coréia Norte, Vietnã, Nepal, Sri Lanka e certas regiões da Índia.
Em alguns países asiáticos, como Indonésia e Índia, a perseguição tronou-se mais severa recentemente. Contudo, em outros países asiáticos, ela existe há séculos.
Perseguição de cristãos a cristãos
Também houve considerável perseguição de cristãos praticada por outros cristãos. O cristianismo não é um grupo homogêneo, e confissões diferentes combateram-se muitas vezes na guerra, valendo-se do sistema criminal ou de outros tipos da perseguição.
Em 1179, o III Concílio Lateranense ordenou que legisladores seculares punissem hereges. Em 1215, o IV Concílio Lateranense deu a mesma ordem aos bispos.
O papa Gregório IX estabeleceu a Inquisição em 1231. Na era medieval, a Igreja Católica Romana ou reis católicos cruelmente suprimiram movimentos de reavivamento, bem como outros movimentos.
Ainda é discutido quanto eles de fato se diferenciaram do cristianismo ortodoxo (cátaros, albigenses, béziers e outros).
Os movimentos da pré-reforma, como os waldenses ou os hussitas, foram subjugados com fogo e espada. As Cruzadas, muitas vezes, guerrearam contra igrejas orientais ortodoxas.
Depois da Reforma, católicos lutaram e perseguiram Protestantes, especialmente depois da chamada “Contra-Reforma”, em 1546.
No dia de São Bartolomeu de 1572, o rei francês encomendou o assassinato de todos os protestantes da França. Na Espanha e na Itália era praticamente impossível viver como protestante durante séculos.
Ao mesmo tempo, contudo, os protestantes contiveram os católicos – embora, muitas vezes, não de forma tão cruelmente ou sistematizada (com a exceção da Reforma Inglesa, em que qualquer ato da lealdade ao papa foi considerado traição de acordo com os soberanos anglicanos).
Tanto católicos como protestantes na Europa cruelmente reprimiram os anabatistas e movimentos semelhantes, levando muitos seguidores a emigrar à América e outros países em busca de liberdade religiosa.
À medida que a idéia da liberdade religiosa ganhava terreno entre os evangélicos em meados do século 19 (entre os protestantes conservadores depois da Primeira Guerra Mundial; entre católicos depois de Segunda Guerra Mundial; e entre ortodoxos recentemente), a perseguição de cristãos contra cristãos se esvai gradualmente e não acontece mais em grande escala atualmente.
A perseguição dos cristãos é um tópico central e uma realidade cruel, mas onipresente, no Velho e Novo Testamento. Ela está relatada na história da Igreja e também na História geral.
Essa é uma realidade mundial hoje, em termos espirituais, estatísticos e políticos. É tempo de dar-lhe o espaço que merece em nosso ensino, pensamento e ação.
Perseguição e missão – 2ª parte
Seguindo a tradição velho-testamentária (por exemplo, Jó 31.29; 42.8-9), o Novo Testamento nos exorta a pedir a graça de Deus sobre os perseguidores e a testemunhar a eles (Mt 5.44, Lc 6.27-28; 1Co 4.12).
O testemunho mais impressionante foi a oração de Jesus quando disse que Deus terá misericórdia de seus perseguidores (Lc 23.34). O primeiro mártir cristão, Estevão, orou de maneira parecida (At 7.60). Ambos pedidos foram atendidos, já que alguns dos perseguidores mais tarde se converteram (por exemplo, o centurião romano em Lc 23.47 ou Paulo em At 9.1-18).
A história da igreja está cheia de relatos de cristãos martirizados como Policarpo (conhecido porque orou por aqueles que o torturaram).
A Igreja contemporânea tem também seus próprios exemplos. Em 1913, o evangelista indonésio Petrus Octavianus relatou a história de um missionário da região de Toradya, no sudeste de Java. Cinco membros de uma tribo queriam matar o missionário, mas permitiram-lhe que orasse antes por eles. Ele orou em alta voz, pedindo que fossem salvos.
Três deles foram banidos para Java, converteram-se na prisão, e retornaram para Toradya, onde fundaram uma igreja que mais tarde, em 1971, tornou-se a quarta maior da Indonésia.
Não nos esqueçamos dos cinco missionários martirizados no Equador pelos aucas na década de 1960. Muitos dos assassinos tornaram-se anos depois os pilares da Igreja entre os aucas.
Muitos perseguidores de cristãos tornaram-se, tempos depois, cristãos. O mais conhecido deles é Paulo. Ele freqüentemente referia-se à perseguição que perpetrara conta a Igreja (1Co 15.9; Gl 1.13; 23.24; Fp 3.6; 1Tm 1.13; At 9.4-5; 22.4,7-8; 16.11, 14-15).
Jesus, missões e perseguição
Falar de Jesus é falar de missões, sofrimento e perseguição. A profecia de sua morte acompanha inteiramente seu ministério na Terra (Mt 10.17-19; 16.21; 17.22-23; 26.2).
Os detalhes da narrativa da Paixão ocupam as maiores seções dos evangelhos. Paulo consistentemente apresentou Jesus como o mártir arquétipo e como exemplo para todos os cristãos. Desse modo, não é de se surpreender que os escritos da igreja primitiva a respeito do martírio consideravam Jesus como o protótipo do mártir.
Jesus é o verdadeiro objeto de toda perseguição. Por essa razão, Jesus pergunta a Saulo: “Saulo, Saulo, por que me persegue?” (At 9.4; 22.7; 26.14), e se identifica como “Jesus, a quem você persegue” (At 8; 9.5,22; 26.15).
A verdadeira razão para o sofrimento dos cristãos é Cristo, já que é o foco nele que justifica a oposição. Martinho Lutero disse certa vez: “Quanto mais claramente a Igreja reconhecer Cristo e testificar a respeito dele, mais certo se tornará o fato de que ela encontrará contradição, confrontação e ódio do anticristo”.
O próprio Jesus freqüentemente lembrava seus discípulos de que seriam perseguidos por sua crença enquanto pregassem o evangelho (Mt 10.22; 16.25; Lc 21.12).
Sem a ofensa da cruz, não haveria missões, mas também não haveria perseguição (Gl 5.11). Paulo acusou seus adversários de serem circuncidados apenas para escapar da perseguição (Gl 6.12,14). De fato, a palavra da cruz é loucura para os que não crêem (1Co 1.18), impedimento para os judeus, e tolice para os gentios (1Co 1.23). Entretanto, é também o centro da história da salvação (1Co 1.23, 2.2). Dessa forma, a mensagem da cruz é a glória do evangelho, assim como sua loucura (1Co 1.17-25; Gl 6.11-14).
O Espírito Santo, verdadeiro missionário, e a perseguição
Sem o Espírito Santo, todas as missões são fúteis e não servem para nada. Então, como missões e perseguição estão intimamente relacionadas, o Espírito Santo também possui um papel vital na experiência com a perseguição.
Ele é o “Consolador” (Jo 16.16,26) e dá aos cristãos a força para enfrentar a perseguição e a alegria para regozijar nas condições mais difíceis (1Pe 4.14). O espírito da glória, que repousou sobre o Messias (Is 11.2) traz sua glória a todos que aparentemente perderam-na, como Estevão, descrito por Lucas como aquele que “estava cheio do Espírito Santo” ([At 7.55) durante sua defesa e execução, e como aquele que viu a glória de Deus no céu.
Jesus prometeu sabedoria aos perseguidos quando estivessem diante de juízes e necessitassem testemunhar. O Espírito Santo, de fato, os instruiriam naquilo que tivessem de falar (Lc 21.12-15; Mt 10.19-20).
William Carl Weinrich* observa que raramente Jesus falou da função do Espírito Santo, entretanto, quando o fez, descreveu-o como o Auxiliador e Consolador em meio à perseguição (Mt 10.17-20; Mc 13.9-11; Lc 21.12-19). Não é de se estranhar que Paulo atribuía sua perseverança ao Espírito Santo (2Co 6.6; Fp 1.19; 1 Ts 1.6-7).
A Igreja primitiva era constantemente advertida de que somente o Espírito de Deus poderia dar sabedoria e força aos perseguidos para que resistissem.
Notas
3. Konrad-Adenauer-Stiftung: Berlin. 1981. Spirit and Martyrdom. Washington D.C.: University Press of America.
* Os países islâmicos não foram incluídos aqui.
Sobre o autor
Dr. Thomas Schirrmacher é professor de ética e sociologia da religião na Alemanha e na Turquia. Ele também é presidente do Seminário Teológico Martin Bucer, representante de direitos humanos da Aliança Evangélica Mundial e diretor do Instituto Internacional da Liberdade Religiosa (Bonn, Cidade de Cabo, Colombo).
Schirrmacher tem quatro doutorados (teologia, antropologia cultural, ética, e sociologia da religião).
Aline Barros ganha o Dove Awards, o Oscar da música gospel
A cantora Aline Barros conquistou ontem o Dove Awards, que premia os melhores da música evangélica nos Estados Unidos e é considerado o Oscar da música gospel americana. O prêmio conquistado foi na categoria “Melhor Álbum em Língua Espanhola do Ano” com o CD Refrescaté.
Esta categoria rende homenagem a um artista ou organização de fora dos Estados Unidos que tenha impactado não só o seu próprio país, mas também outras nações.
O 40° Dove AWards, realizado pela Gospel Music Association (GMA), foi apresentado na noite desta quinta-feira, 23 de abril no Grand Ole Opry in Nashville, Tennenssee (mais conhecida como Cidade da Música), honrando os melhores artistas evangélicos dos Estados Unidos e teve transmissão ao vivo e exclusiva pelo Gospel Music Channel.
Pela primeira vez, em 40 anos do Dove Awards, o público pode votar em duas das categorias: “Artista do Ano” e “Revelação do Ano”.
A GMA, fundada em 1964, se dedica a promover e celebrar o evangelho através da música gospel de todos os estilos, incluindo Pop, Rock, Adoração e R&B, entre outros. A Associação produz três prêmios anualmente, entre eles o GMA Dove Awards.
Confira abaixo alguns do vencedores do 40° Dove Awards:
- Artista do Ano: Steven Curtis Chapman
- Revelação do Ano: Tenth Avenue North
- Melhor Música do Ano: “Give Me Your Eyes” Brandon Heath, Jason Ingram
- Vocalista Masculino do Ano: Brandon Heath
- Vocalista Feminino do Ano: Natalie Grant
- Melhor Banda do Ano: Casting Crowns
- Música do Ano: “Give Me Your Eyes” Brandon Heath, Jason Ingram
- Melhor Álbum de Rock do Ano: Satisfied, DecembeRadio
- Melhor Álbum de Música Urbana: The Fight of My Life, Kirk Franklin
- Melhor Álbum de Música Espanhola: Aline Barros, Refrescate!
(Jornal Hoje Cristão)A Walt Disney Company, maior empresa de entretenimento do mundo, admitiu em janeiro que o até então inofensivo desenho animado Bernardo e Bianca (The Rescuer), produzido em 1977, contém imagens subliminares ao longo da fita.A cena acontece aos 28 minutos do filme e é imperceptível em velocidade normal. Os dois ratinhos — engajados em ajudar uma menina a se livrar de seqüestradores — estão viajando sobre um velho albatroz. Na aterrissagem, o pássaro perde altura e passa em frente a vários prédios. As fotos aparecem numa das janelas.A Disney só admitiu o que chama de `imagens de fundo objetáveis` depois que elas apareceram na Internet, a rede mundial de computadores. A empresa informou que recolheu cerca de 3,4 milhões de fitas nos EUA.A cena de nudez explícita e subliminar no desenho animado amplia suspeitas entre milhares de cristãos do mundo a respeito da idoneidade moral da companhia e reabre discussões sobre o mau uso da tevê entre crianças.Nos EUA, por exemplo, a numerosa Convenção Batista do Sul, que agrega cerca de 15 milhões de cristãos aprovou há dois anos um boicote a todos os filmes, produtos e centros de diversão da companhia, depois que o parque temático passou a permitir que a comunidade homossexual mundial comemorasse o Gay Day (Dia Gay) no Magic Kingdom.A medida foi considerada polêmica — vários líderes cristãos recusaram-se ao boicote, alegando que são sal da Terra e que precisariam se misturar ao mundo para salvar os perdidos. A maioria dos cristãos batistas, entretanto, informados de que a empresa possui um histórico de mensagens subliminares em seus filmes — alguns deles atacando frontalmente o cristianismo — aderiu ao boicote, que resultou em perda de faturamento da milionária companhia e queda de prestígio em todo o mundo. Inúmeros cristãos têm se levantado no planeta para denunciar o que chamam de império satânico da Disney. O mais conhecido deles é Josué Yrion, ministro da Assembléia de Deus nos EUA e professor de Missiologia na Universidade de Pasadena, Califórnia, EUA. Yrion já viajou por 57 países, sempre denunciando o mal que a tevê, incluindo desenhos aparentemente inofensivos da Disney, produzem nas crianças. Ele está sendo processado pela Walt Disney Company.Yrion ficou conhecido no Brasil no início do ano passado. Após suas pregações, certos de que estavam à mercê de um império satânico, centenas de cristãos no País destruiram suas fitas de desenho animado da Disney e queimaram camisetas, adesivos, chaveiros e até cadernos que traziam estampados as imagens dos personagens da empresa.Em razão da polêmica que o assunto despertava, ele foi pouco comentado nas igrejas. A divulgação da cena de nudez escondida durante a aterrissagem estabanada do engraçado albatroz reabriu a questão a respeito do assunto. O evangelista Marco Antonio Ripari, membro da Igreja Batista Regular de Campinas, ardoroso defensor da saúde mental e espiritual das crianças e crítico ferrenho do trabalho da Disney, acredita que a comprovação da propaganda subliminar no desenho apenas confirma o que Yrion — e ele, no Brasil — vêm denunciando ao longo dos meses. Na Edição impressa do Jornal Hoje - A Igreja em Ação, foi publicada a informação de que, o pastor Josué Yrion está sendo processado pela Walt Disney Company (Edição 16 - página 10).
Gostei muito da matéria sobre o dossiê. Muitos acham que isso é uma grande bobagem, que sempre assistiram os desenhos Disney e nunca viram nada de errado acontecer, mas lembremos que o diabo é muito sutil no que faz. Ele usa desenhos "inocentes" para poder mandar suas mensagens subliminares. E um grande "parceiro" do diabo para isso é a Disney. Lembremos que um adulto não percebe muita coisa ao assistir, diferentemente de uma criança, que tem uma percepção diferente, que vê e, de um certo modo, acaba entendendo as mensagens subliminares inseridas no desenho. Vigiemos com os nossos filhos, pois o inimigo ruge ao redor querendo tragá-los.Deus abençoe a todos!
domingo, 26 de abril de 2009
A comunidade debate na Bíblia, tem como característica principal ser uma comunidade de participação livre। É aberto para a participação de qualquer pessoa, independente da religião que for, desde que se comporte de forma digna e educada। No entanto nota-se a necessidade de uma condição mínima de regras e advertências, para o bom uso e aproveitamento da liberdade de expressão existente . Para que seja mantido um mínimo de ordem e harmonia!!! http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=32147971